* Por Mariana Pereira
Há pouco mais de um mês, passei por uma situação na qual eu tinha duas escolhas: mudar para melhor ou me manter em uma incrível estabilidade profissional, no sentido negativo. Confesso que não foi a primeira vez que fui colocada à prova e em todas as outras eu não tomei a melhor decisão.
Claro que é muito pouco tempo para afirmar ou confirmar algo. Mas hoje eu consigo compreender melhor algumas coisas do dia a dia em uma empresa. E uma delas é que benefícios, altos salários, elogios, etc não são as únicas razões para te manter motivado. Cheguei a conclusão que isso tem que partir de você.
Sei que muitos podem pensar “Mas se não tivermos benefícios, um bom salário e oportunidades de crescer, como vamos nos manter motivados?”. É aí que se encontra a armadilha que nós mesmos nos pregamos. Então, hoje, eu prefiro soltar outra questão: “Se você não se dedicar, se não se entregar, conseguirá os ótimos salários e a promoção que tanto deseja?”. Eu fiquei dias, semanas pensando nisso. E assumo que me senti um pouco envergonhada. Como cobrar dos outros se eu mesmo não agia como merecedora? Complicado isso, mas é a pura verdade. E, infelizmente, é algo muito comum.
Cobramos demais dos outros. Queremos que nossos diretores, coordenadores, gestores, gerentes, etc sejam os responsáveis por nos manter motivados. Queremos que o RH crie programas de incentivo. E eu não discordo disso não. De jeito nenhum. Mas acredito que eles sejam complemento e não o ponto inicial.
Por que existem tantos livros e estudiosos falando sobre motivação no trabalho? Porque a fórmula não é fácil. Aliás, porque não existe fórmula. Digo isso porque tive que passar por uma transformação interna, algo totalmente pessoal, para conseguir mudar minhas atitudes. Antes ainda, tive que mudar meu jeito de pensar. E isso nenhum livro ensina.
Ainda assim, depois de eu escrever tudo isso, alguns podem achar uma tremenda bobagem. Mas eu estou na posição de funcionário, não de chefe. Não estou ganhando mais nem menos depois dessa minha mudança. Mas posso afirmar que estou muito mais feliz profissionalmente. A partir do momento em que decidi que eu seria responsável por mim mesma e pelo meu crescimento, a minha motivação foi lá para a cima. Consequetemente, algumas pessoas ao meu redor também estão mais empolgadas com o trabalho, outras estão mais próximas de mim (porque meu humor melhorou muito..rs), tenho explorado outras áreas, estou adquirindo mais conhecimento. Estou virando uma profissional de verdade. E isso não tem cheque no fim do mês que pague.
Claro que é muito pouco tempo para afirmar ou confirmar algo. Mas hoje eu consigo compreender melhor algumas coisas do dia a dia em uma empresa. E uma delas é que benefícios, altos salários, elogios, etc não são as únicas razões para te manter motivado. Cheguei a conclusão que isso tem que partir de você.
Sei que muitos podem pensar “Mas se não tivermos benefícios, um bom salário e oportunidades de crescer, como vamos nos manter motivados?”. É aí que se encontra a armadilha que nós mesmos nos pregamos. Então, hoje, eu prefiro soltar outra questão: “Se você não se dedicar, se não se entregar, conseguirá os ótimos salários e a promoção que tanto deseja?”. Eu fiquei dias, semanas pensando nisso. E assumo que me senti um pouco envergonhada. Como cobrar dos outros se eu mesmo não agia como merecedora? Complicado isso, mas é a pura verdade. E, infelizmente, é algo muito comum.
Cobramos demais dos outros. Queremos que nossos diretores, coordenadores, gestores, gerentes, etc sejam os responsáveis por nos manter motivados. Queremos que o RH crie programas de incentivo. E eu não discordo disso não. De jeito nenhum. Mas acredito que eles sejam complemento e não o ponto inicial.
Por que existem tantos livros e estudiosos falando sobre motivação no trabalho? Porque a fórmula não é fácil. Aliás, porque não existe fórmula. Digo isso porque tive que passar por uma transformação interna, algo totalmente pessoal, para conseguir mudar minhas atitudes. Antes ainda, tive que mudar meu jeito de pensar. E isso nenhum livro ensina.
Ainda assim, depois de eu escrever tudo isso, alguns podem achar uma tremenda bobagem. Mas eu estou na posição de funcionário, não de chefe. Não estou ganhando mais nem menos depois dessa minha mudança. Mas posso afirmar que estou muito mais feliz profissionalmente. A partir do momento em que decidi que eu seria responsável por mim mesma e pelo meu crescimento, a minha motivação foi lá para a cima. Consequetemente, algumas pessoas ao meu redor também estão mais empolgadas com o trabalho, outras estão mais próximas de mim (porque meu humor melhorou muito..rs), tenho explorado outras áreas, estou adquirindo mais conhecimento. Estou virando uma profissional de verdade. E isso não tem cheque no fim do mês que pague.
* Mariana Pereira é consultora de jornalismo/redação da Simbiose Brasil.







