No 2º semestre de 2009, a Organização Internacional do Trabalho lançou uma cartilha especial sobre novos postos de trabalho chamados de Empregos Verdes. Segundo o documento, esta categoria pode ser descrita como uma economia com baixo consumo de carbono e trabalho decente em empresas sustentáveis.
De acordo com o OTI, pretende-se tirar mais de 1,3 bilhão de pessoas da linha da pobreza e oferecer funções dignas para 500 milhões de jovens. Além disso, os "empregos verdes" têm como contribuir para que 1,6 bilhão de pessoas tenham acesso a formas modernas de energia elétrica, bem como estruturar moradias dignas e um sistema de saneamento para mais de um bilhão de habitantes.
Ainda na cartilha, “para que os empregos verdes cumpram este papel-chave em um desenvolvimento sem exclusões sociais, devem ser empregos decentes que proporcionem rendimentos adequados, proteção social e respeito aos direitos dos trabalhadores e que permitam a estes trabalhadores expressar sua opinião nas decisões que afetarão suas vidas".
No Brasil, o emprego verde já pode ser visto em alguns lugares, como em atividades com foco na tecnologia ambiental e as fontes de energia renováveis, o turismo (conhecido como indústria sem chaminé) e a reciclagem.
E por que decidimos levar à tona esse assunto? Porque, pelo menos na teoria, ele trabalha com os três pilares da Sustentabilidade: a Responsabilidade Ambiental – o projeto pretende reduzir os impactos ambientais das empresas, a Responsabilidade Social – pobres, mulheres e jovens também têm direito a empregos decentes e a Responsabilidade Econômica – rendimentos adequados para os trabalhadores).
Mas e na prática, você acredita que estes empregos serão responsáveis por uma mudança de cultura e comportamento? Você acha que as grandes corporações começarão a se preocupar de verdade em trabalhar com estes três conceitos e aumentar ainda mais o número de pessoas beneficiadas? Você acha que o ser humano tem consciência da importância desses empregos ou tudo, novamente, é mais um belo discurso? Será que o respeito pela sociedade menos privilegiada e pelo meio ambiente vai prevalecer diante do interesse em lucrar, independente dos meios utilizados? São esses pontos que nos fazem sempre pensar quando lemos notícias assim e queremos saber o que você, leitor do nosso blog, pensa.
Compartilhe com a gente e vamos entender juntos o que significa esta grande cadeia sustentável.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Eu, você, nós, eles...no PLANETA!
Onde fica a ponta da cadeia sustentável? Como ganhar sem perder? Relacionamento interpessoal tem a ver com sustentabilidade? Aspectos culturais afetam atitudes sustentáveis? A antropologia sentencia nosso jeito de ser? O governo e a iniciativa privada são os únicos responsáveis para reverter esse cenário? De quem é a culpa dessa situação? O que é sustentabilidade? O caos tem solução?
Perguntas assim despertaram em nós o interesse em discutir esse tema tão comentado de um jeito diferente: com profundidade, simplicidade e clareza. Por isso, convidamos você a compartilhar, aqui no blog, suas opiniões e indagações sobre sustentabilidade, entre os dias 31/05 e 11/06.
Faça parte e divulgue essa iniciativa. Afinal,o mundo vive tranquilamente sem a presença do homem!
E nós? Vivemos sem a existência do mundo?
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Nossa Visão
Duas Semanas...
Esse foi o tempo que ficamos “recolhidos” para pensar e repensar novos assuntos para o nosso BLOG! O suficiente para ficarmos com muita saudade de trocar experiências e compartilhar opiniões com nossos amigos e leitores SIMBIÓTICOS.
A partir de hoje, voltamos a ter um encontro marcado com VOCÊ...periodicamente.
Nos vemos por aqui!
A partir de hoje, voltamos a ter um encontro marcado com VOCÊ...periodicamente.
Nos vemos por aqui!
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Fique por dentro
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Mídias Sociais
A comunicação em rede feita por pessoas
Uma questão interessante: se todos estão entrando nas redes sociais, qual será o papel de uma agência em relação à sua atuação nas novas ferramentas de comunicação.
Eis a resposta: o coração de redes sociais são as pessoas e não a tecnologia. Ou seja, para se ter sucesso com novas mídias, mais do que saber como mandar mensagens ou fazer posts, é preciso ter conhecimento de relacionamento e estudar o propósito de cada ação.
Ou seja, não basta a companhia entrar no Twitter e ficar mandando mensagens. E ainda, mais do que pensar em cada post, deve-se pensar em ações conjuntas, parceria com tuiteros, blogueiros, personalidades... colaboração faz parte da natureza da internet.
Todos querem um viral hoje em dia. Para fazê-lo, não basta subir um vídeo no YouTube. Há de pensar: quem vai divulgar? Faremos um vídeo em resposta a outro? Que perfil vai subir o vídeo: um pessoal ou um fake? Divulgaremos por quais mídias? E como mensuraremos os resultados?
Diversas ferramentas estão sendo criadas em mídias sociais. Uma empresa moderna deve estar em todas? Nem sempre. É preciso ter claro, antes de aderir qualquer nova mídia, o propósito.
São exatamente nesses pontos que está o porto seguro das agências.Em primeiro plano, conhecer comunicação, pessoas. Em segundo, ter conhecimento e pensar em qual das novas ferramentas se deve investir. E se deve, sim, investir, pois mídias sociais é uma moda que não vai passar.
* Fabio Zelenski é jornalista e consultor de criação da Simbiose Brasil.
Por Fabio Zelenski*
Uma questão interessante: se todos estão entrando nas redes sociais, qual será o papel de uma agência em relação à sua atuação nas novas ferramentas de comunicação.
Eis a resposta: o coração de redes sociais são as pessoas e não a tecnologia. Ou seja, para se ter sucesso com novas mídias, mais do que saber como mandar mensagens ou fazer posts, é preciso ter conhecimento de relacionamento e estudar o propósito de cada ação.
A rede é feita por pessoas. Imagem: Stock.Xchng
Ou seja, não basta a companhia entrar no Twitter e ficar mandando mensagens. E ainda, mais do que pensar em cada post, deve-se pensar em ações conjuntas, parceria com tuiteros, blogueiros, personalidades... colaboração faz parte da natureza da internet.
Todos querem um viral hoje em dia. Para fazê-lo, não basta subir um vídeo no YouTube. Há de pensar: quem vai divulgar? Faremos um vídeo em resposta a outro? Que perfil vai subir o vídeo: um pessoal ou um fake? Divulgaremos por quais mídias? E como mensuraremos os resultados?
Diversas ferramentas estão sendo criadas em mídias sociais. Uma empresa moderna deve estar em todas? Nem sempre. É preciso ter claro, antes de aderir qualquer nova mídia, o propósito.
São exatamente nesses pontos que está o porto seguro das agências.Em primeiro plano, conhecer comunicação, pessoas. Em segundo, ter conhecimento e pensar em qual das novas ferramentas se deve investir. E se deve, sim, investir, pois mídias sociais é uma moda que não vai passar.
* Fabio Zelenski é jornalista e consultor de criação da Simbiose Brasil.
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segunda-feira, 3 de maio de 2010
O bom título nos tempos 2.0
Por Fabio Zelenski
Nas mídias impressas, duas coisas principais chamam a atenção para ler um texto: uma boa foto e um bom título. Se o título for bem criado, será ele quem puxará o leitor para continuar consumindo o conteúdo. E, hoje, com o Twitter, a histórias não mudou. Inclusive, até ganhou mais força.
"O título é uma ferramenta fundamental em qualquer tipo de texto, pois é a partir deste elemento que o autor prende ou dispersa a atenção do leitor", explica Juliana Rainha, jornalista da Simbiose Brasil.
O bom título "fisga" o leitor. Foto: Stock.Xchng
Com as novas mídias, "fisgar" o internauta se tornou cada vez mais difícil. No Twitter, cada post é praticamente um título ou uma chamada, no meio de tantas outras. A sua arquitetura deve ser muito bem pensada, além de aderir as novas linguagens, como URLs encurtadas e uso de #hashtags.
"Tuítes sem links, como um comentário de 'aaah, amo café', não são muito pensáveis". Quem diz é Anne Rego, colaboradora do blog Chat Feminino e dona do Garota Ácida, que, para tuítes com links, sugere as dicas do blogueiro Marco Gomes.
O importante é ter claro os objetivos do Twitter e seu posicionamento (se é uma ferramenta corporativa, pessoal, para vendas de produtos...). A partir daí, é começar a pensar em cada "título" que vai produzir de até 140 caracteres.
Pensar no título. Do jornal impresso ao Twitter. Foto: Stock.Xchng.
*Fabio Zelenski é jornalista e consultor de criação da Simbiose Brasil.
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