quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Carnaval é no Camarote da Brahma!

Está chegando uma das datas mais festivas do nosso calendário, o Carnaval! E para aproveitar o bom da festa, nada melhor que um espaço todo ambientado para oferecer ainda mais conforto e segurança aos foliões. Estamos falando do badalado Camarote da Brahma.

Para quem quiser festejar o Carnaval de São Paulo de um dos lugares mais disputados, o Camarote da Brahma no Anhembi, a Simbiose Brasil disponibiliza 90 convites oficiais a preços especiais de somente R$600,00! Corra e garanta logo o seu!!


Clique na imagem para ampliar

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Gisele Bündchen destaca Recicla Kids em seu Blog

Hoje, a turma do Recicla Kids teve a grata surpresa de ter sido indicada nas redes sociais da modelo e ativista ambiental Gisele Bündchen.  Em suas páginas na Internet, tais como Blog, Twitter e Site, Gisele faz um convite às pessoas para conhecerem esses cinco super-heróis comprometidos com o Meio Ambiente, que têm a intenção de salvar o mundo brincando!





Recicla Kids é um projeto sócio-ambiental desenvolvido pela empresa de comunicação Simbiose Brasil, com o intuito de educar as crianças a respeito da conservação e preservação ambiental. Faça parte dessa turma você também: www.reciclakids.com.br.

Confira a sugestão da modelo clicando aqui.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A Fragilidade da vida

A partir de hoje temos uma nova colunista no blog da Simbiose Brasil. É a Marizete Furbino, administradora, consultora de empresa e professora universitária em Minas Gerais. Ela vai compartilhar conosco alguns de seus textos sobre variados temas. Confira o primeiro deles a seguir:

"Vida louca vida, vida breve..."
(Bernardo Vilhena/Lobão)

A idéia de que a vida é frágil demais nos assusta a cada instante! Remete-nos à reflexão importante sobre o modo de ser do homem contemporâneo. Este homem que trabalha, trabalha, trabalha e que nunca se encontra realizado profissionalmente, vivendo em uma busca constante, em sua trajetória profissional e pessoal.

Cada vez mais vivemos numa sociedade da técnica, sociedade esta digitalizada, em que tudo parece previsível, passível de transformação numérica. E é justamente no íntimo dessa convicção sobre o exato que o inesperado faz sua intromissão devastadora, deixando marcas na história da humanidade. Na forma brutal, de um acidente fatal, onde a morte aproxima-se no recôndito do corpo de pessoas que estavam em um avião, que se abate sobre um edifício, causando-nos tamanha perplexidade e um sentimento enorme de impotência.

O desenvolvimento científico dos últimos anos, em progressão geométrica, tem criado condições para uma vida saudável e uma idade avançada, um prolongamento da expectativa de vida que não conhecíamos há alguns poucos decênios passados. Somos induzidos a uma segurança absoluta. O transitório torna-se permanente até que o inesperado acontece e leva-nos a ter uma nova concepção de vida. O tempo tem nova dimensão na velocidade dos acontecimentos que passam por nós numa sucessão ininterrupta, tudo reduzindo ao instante presente como se fosse eterno.

No entanto, apesar de tudo isso, é terrível constatar que a vida humana é muito frágil. Nossos dias passam velozes. Não nos adianta toda a segurança do mundo, toda a riqueza e poder. Estamos sujeitos sempre aos incômodos, incluindo-se as doenças e a morte. Portanto, devemos viver nossos dias com sabedoria, pois a vida é uma só, uma única e poderosa oportunidade para realizarmos projetos grandiosos e enobrecedores, capazes de produzir efeitos enriquecedores nos outros e principalmente em nós mesmos.

Para isso, olhe ao seu redor, perceba o reflexo que causa nos demais, perceba como se sente perante os mesmos e todos os dias perante você próprio. Faça uma auto-análise de como está vivendo.

O que me fez ficar pensando hoje foi o fato de a vida ser tão frágil. Em um momento estamos aqui bem, e em outro, em um piscar de olhos, não estamos mais. Tal fato contribuiu e muito para que eu refletisse e decidisse a viver cada momento, aproveitar cada oportunidade, ficar junto de quem gosto o máximo de tempo possível. Sei que é difícil, mas acho que tenho que parar de esperar que as coisas melhorem, que o trabalho diminua, que eu tenha mais dinheiro, que eu encontre um grande amor para aproveitar o que a vida está me oferecendo agora.

Não sei se estarei aqui daqui a um dia, daqui a um mês, daqui a um ano. Estarei aqui o tempo que me for permitido e quero que esse seja o melhor tempo de todos.


Marizete Furbino é administradora, consultora de empresa e professora universitária no Vale do Aço/MG, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. Para mais informações e/ou contato, acesse www.marizetefurbino.com.br ou envie um e-mail para marizetefurbino@yahoo.com.br.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Do que você mais gosta em São Paulo?


Chegou a hora de revelarmos as participações que tivemos em nosso blog e twitter sobre as preferências dos paulistanos sobre sua cidade. “Do que você mais gosta na cidade e não pode viver sem?”, foi o que perguntamos. Confira a seguir as respostas e aproveite para curtir o aniversário de São Paulo no próximo dia 25, quando a cidade completará 456 anos.



Felipe Leocata:
O que eu amo na cidade de São Paulo é a diversidade de pessoas culturas.
Um lugar que eu adoro é o Parque Villa Lobos.
 
Mariana Pereira:
Amo o futebol paulista, amo morar perto do estádio do Morumbi, amo que da cidade de São Paulo vem o time mais campeão do Brasil. Mas sem ser futebol, eu adoro o fato de sempre ter algo 24h aberto. Aqui em São Paulo, nunca ficamos na mão.
 
Juliana Rainha:

O que gosto em São Paulo é o fato de ser a cidade das oportunidades, seja para cursos, trabalho ou lazer. É muito bom saber que temos toda essa diversidade a nossa disposição.
 
Breno Luz:

O que amo em São Paulo é a diversidade.
Diversidade de pessoas, restaurantes, baladas, lojas, parques, feiras, eventos, produtos...
Opções para todos os gostos!
 
Denis Fumagali:
Nasci na Avenida Paulista, foi o primeiro ar que respirei...
Odeio trânsito, mas adoro ficar parado em frente ao Ibirapuera vendo suas árvores e sua fonte iluminada, ou até mesmo os prédios iluminados ao longo da via.
Gosto de sair do metrô Clínicas e ver aquela multidão de preto e branco gritando, descendo a Pacaembu para ver mais um jogo do “Coringão”.
Nunca resisto a um pastel e um caldo de cana de feira.
Amo minha cidade e sempre digo: “Não sou brasileiro, sou paulistano e corinthiano, muito prazer!”
 
Vinícius Galego:
O que eu não vivo sem em SP é o metrô. Ajuda demais, só acho que poderia ser 24hs...rs






 
Lilian Munhoz:
Eu não vivo sem a agitação de São Paulo. Apesar de ser uma pessoa tranqüila – não curto baladas – eu gosto muito de sair para vários cantos, seja cinema, teatro, parques, etc, e gosto também de fazer vários cursos. Em São Paulo tudo isto é muito perto. De vez em quando decido na hora alguma coisa para fazer, e a nossa cidade proporciona que a gente se divirta sem precisar planejar com muita antecedência.
 
Patrícia Queiroz:
Adoro o Parque do Ibirapuera, para mim é uma boa opção de lazer para fazer caminhadas, andar de bicicleta, e ainda, conhecer algumas exposições ou eventos que acontecem dentro do parque.
 
Adrielly Reis:
Olha de verdade, é bem difícil selecionar alguma coisa em SP que eu não vivo sem..rsrs! Afinal, eu amo essa cidade!!
Mas não vivo sem o Parque do Ibirapuera! Pelo menos uma vez por mês tenho que ir passear lá. É o pulmão da cidade, né. Andar de bicicleta, jogar bola, ficar à toa na grama, visitar exposições... É uma infinidade de coisas que dá para fazer lá!
 
Ana Paula Juliato:
Trânsito!
 
Thaís Rodrigues:
Sempre encontramos de tudo e todas as culturas vivem aqui !!
 
Cristina Morgato:
Que tal um solzinho (sem chuvas desastrosas) pra comemorarmos o Aniversário de São Paulo.
 
Talita Murari:
O que eu não posso viver sem em SP?? pode ser um bote???

****************


Do que você mais gosta em São Paulo?

No próximo dia 25, a nossa cidade ficará mais velha. São Paulo completará 456 anos! E para celebrar essa data, nós da Simbiose Brasil gostaríamos de convidá-lo(a) a participar da campanha: “Do que você mais gosta na cidade e não pode viver sem?”. Pode ser um parque, um museu, um restaurante, uma característica... Enfim, qualquer coisa que você goste muito nessa imensa São Paulo, que nunca para!

Compartilhe com a gente o seu amor pela cidade, e envie a sua sugestão para o e-mail: news@simbiosebrasil.com.br, que nós postaremos hoje em nosso Blog.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Simbiose é destaque em comunicação

Mais uma vez a Simbiose Brasil foi fonte em uma reportagem sobre Comunicação. A seguir, compartilhamos com vocês a matéria que foi publicada no Blog da Saúde e fala sobre a ferramenta de comunicação ExpoFlow, desenvolvida pela Simbiose, na seção Saúde Corporativa. Aproveite para ler também uma entrevista com Leandro de Campos, diretor da Simbiose Brasil.





Expoflow: Esqueça a integração baseada em passeios pela empresa e reuniões educativas…
A todo o momento, funcionários novos integram o quadro de colaboradores de uma empresa. Já no primeiro dia de trabalho, ou nos dias que seguem, é necessário que o novo integrante da equipe saiba qual é seu papel dentro da empresa, e quais são seus processos.

Saber como a empresa funciona, desde o faxineiro até o presidente, é indispensável para fazer um bom trabalho e evitar conflitos por conta da falta de conhecimento causada pela comunicação falha.


Uma nova tecnologia…

A tecnologia sempre esteve a favor do homem e nesse caso não é diferente. Chega ao mercado uma nova maneira de fazer a integração dos funcionários atingirem seus objetivos de uma forma fácil, educativa e lúdica: chama-se ExpoFlow.

A ferramenta ExpoFlow funciona como uma exposição de arte em um museu e tem o advento da interatividade e da sinestesia. Ela foi desenvolvida pela empresa Simbiose Brasil e ajuda na comunicação interna das empresas há três anos.

Segundo o Leandro de Campos, diretor da Simbiose Brasil, eles desenvolveram essa ferramenta porque perceberam que muito dos erros e problemas de relacionamento aconteciam por falta de conhecimento do funcionário sobre a empresa, bem como seus processos e procedimentos.

Como funciona?
A empresa que contrata o serviço da Expoflow faz suas exigências quanto ao conteúdo abordado na exposição e os recursos que serão utilizados. É um serviço personalizado.

A ferramenta é implantada da seguinte maneira: o funcionário recebe um MP3 player que funciona como um guia que o conduz através da exposição, a qual tem painéis interativos e vídeos que levam o colaborador a conhecer cada setor da empresa e como ela funciona. Ao final da exposição, os funcionários respondem a um Quizz, para saber o que ele achou. Isso serve como um retorno para as expectativas da empresa.

O objetivo da Simbiose é treinar e capacitar os funcionários, para desenvolver um sentimento de pertencimento do funcionário dentro da empresa na qual acabou de se vincular.

Custos…
O valor que cada empresa paga depende do serviço em que ela solicita. “O fato de a ferramenta ser personalizada nos dá essa flexibilidade de custo. Conseguimos nos moldar às necessidades e tamanhos de cada empresa” comenta Campos.

Para conferir a matéria na íntegra, clique aqui.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Gestão por competências

Mais uma vez convidamos a consultora Fátima Martins para compartilhar algumas de suas experiências em nosso blog. Confira a seguir o artigo que ela escreveu sobre GPC, um assunto muito importante neste começo de ano.
 
O que é GPC?
Por M. Fátima Martins


O denominado sistema Gestão por Competências é um sistema que tem como referência a Missão, Valores e Estratégias da empresa, e os conhecimentos, habilidades, atitudes e características individuais dos colaboradores, visando estabelecer critérios para a Seleção, Retenção e Desenvolvimento das pessoas para alcançar os objetivos empresariais.
 
As Competências Gerenciais estão ligadas às qualificações necessárias para que a empresa alcance os seus objetivos estratégicos. Cada gestor deverá contratar novos talentos segundo as competências do cargo, já descrito no material.
 
As empresas necessitam implementar um Modelo de Gestão que cumpram as funções de: Planejar, Organizar, Executar e Controlar, em qualquer setor seja ele produtivo ou de staff.
 
Os colaboradores necessitam de clareza sobre o que deles se espera quanto às regras de trabalho, encarreiramento, remuneração e desenvolvimento.
 
A seguir, listei algumas vantagend de se adotar esse modelo:
          
•       Cumprimento das estratégias organizacionais com todos os colaboradores envolvidos;
•       Desenvolvimento de um futuro plano de metas por setor;
•       Alinhamento dos processos de Gestão;
          
Os gestores poderão abrir o diálogo com seus colaboradores, com a prática do feedback, nas reuniões de equipe, informando aos colaboradores a importância de compartilhar ideias e informações, novas formas de realizar o trabalho, atender o cliente e entender cada vez mais o negócio da empresa.  Um feedback dado com assertividade é falar como se percebe o outro de forma autêntica, pontual e direta, o que não significa grosseria e falta de educação. É necessário respeito mútuo. Informa-se quais são os pontos a serem desenvolvidos que foram percebidos pelo outro e os aspectos da qualidade, isso requer tempo, clima de confiança e observação sobre o colaborador.
            Desenvolver as competências dos colaboradores;
            Preparar o colaborador para ser multifuncional, exercer as sua flexibilidade, para as funções atuais e futuras.
 
O modelo de Gestão por Competências orienta os gestores quanto aos focos a serem priorizados para o alcance dos objetivos organizacionais, o crescimento dos empregados e seu aprendizado.                 
 

Fátima Martins, Psicóloga, Pedagoga e Mestre em Administração, Educação e Comunicação; Sócia da RH First Line, Coordenadora do curso de MBA da Univ. São Marcos, Professora no MBA da UNINOVE; Coordenadora do Grupo TeD realiza projetos na área de RH em grandes empresa em nível Nacional.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Presidente Lula no cinema


Mais uma semana começou e, para aproveitar o seu mês de férias, preparamos você uma dica de cinema. Confira a sugestão da jornalista Lilian Munhoz


Ao contrário da popularidade do nosso presidente, o desempenho do filme Lula, o filho do Brasil, não tem surpreendido nas bilheterias, apesar de acima da média para o cinema brasileiro. Outros filmes como Se eu fosse você 2 tiveram bem mais do que os 220 mil espectadores que o longa do presidente conseguiu levar para o cinema nos três primeiros dias de estreia. E olha que o filme é muito bom! Conta a história de Lula como um brasileiro que veio de baixo e conseguiu conquistar o seu espaço e o seu reconhecimento. Mas por este ser um ano eleitoral, o filme tem causado polêmicas em torno da opinião pública. Não o achei manipulador, mas há controvérsias, principalmente no final, quando mostram cenas de Lula já como Presidente. No entanto, vale a pena conferir o longa e conhecer um pouco mais sobre histórias de vida como a dele - cuja infância e dificuldades foram bem semelhantes às que os nossos pais vivenciaram há algumas décadas.

Lilian Munhoz é jornalista da Simbiose Brasil.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Entrevista: Simbiose no site RH Central

Queremos compartilhar com vocês, leitores do blog, uma matéria sobre a importância da Comunicação para o universo corporativo, publicada no site RH Central, que traz também uma entrevista exclusiva com o diretor da Simbiose, Leandro de Campos. Confiram:

Muitas vezes, na correria do dia-a-dia, não é incomum passar despercebido o quanto é fundamental saber se expressar e se fazer entender de forma transparente e objetiva. Esta prática, além de ser vital para o bom andamento das atividades, integra e compromete os colaboradores, afinal, estar alinhado com o que acontece na instituição, com seus princípios, valores e com sua missão e visão é uma forma de se sentir efetivamente parte daquele universo.

Sendo assim, em entrevista exclusiva ao RHCentral, Leandro de Campos, diretor da Simbiose Brasil, comenta os principais desafios da comunicação interna nas organizações e os prejuízos que elas sofrem em investir erroneamente.

RHCentral - Quais são os principais desafios da comunicação dentro de uma empresa?
Campos - Por ser feita pelo e para o ser humano, a comunicação deve partir do pressuposto de que cada um possui experiências, valores próprios e individualidade social, biológica e intelectual. Portanto, o primeiro desafio é respeitar essas diferenças.


Dentro de uma organização, temos ainda uma cobrança muito grande por resultados e uma comunicação efetiva pode contribuir para engajar os colaboradores a atingir essas metas. A falta do real entendimento de boa parte dos gestores sobre o quanto isso pode facilitar na gestão de pessoas, processos e negócios também representa um desafio. Outra adversidade a ser vencida é a falta de investimentos nessa área. A pluralidade dos perfis de gestão dentro de uma única empresa também contribui bastante para emperrar o diálogo corporativo. Ou seja, podem-se encontrar modelos distintos de gerir e que, muitas vezes, não se enquadram no modelo da própria empresa.

RHCentral - Em média, quanto as empresas gastam com comunicação?
Campos - É muito difícil mensurar esses valores. O que temos observado, por exemplo, é que a proporção é desleal com a Comunicação Organizacional em comparação ao gasto com Marketing. Isso pode trazer consequências à empresa, como impactos no clima interno, ainda que a imagem externa seja positiva. As empresas se esquecem de que o principal fã e consumidor da marca deve ser em
primeiro lugar o funcionário, sempre.

RHCentral - Quando uma empresa deixa de investir na comunicação, quais são os prejuízos?
Campos - O que eu tenho observado no mercado é o clima pesado e funcionários desmotivados. Com isso, a empresa perde a percepção positiva que as pessoas têm sobre ela e está sujeita a errar por conta de ruídos de informação, gerando prejuízos financeiros por falta de entendimento dos processos e procedimentos. Sem contar que se perde ainda a oportunidade de ouvir soluções, críticas construtivas e novas ideias que podem contribuir para o crescimento e melhoria da empresa. Claro que esses são apenas alguns exemplos do que a falta de comunicação pode ocasionar.

RHCentral - Os canais utilizados por muitas empresas para a comunicação são eficazes?
Campos - Hoje é preciso repensar os canais de comunicação que estão sendo utilizados. Não é o caso de extingui-los, mas sim o de aprimorá-los e sempre que possível, criar novos canais que atendam a real necessidade da empresa. E só quem pode responder a isso é o público-alvo. Acredito que é preciso que as pessoas estudem e escutem um pouco mais o seu público-alvo. Busquem constantemente se tornar melhores comunicadoras aprimorando as técnicas de comunicação. Para as empresas, falta investir em comunicação interpessoal. Elas podem ter as melhores ferramentas do mundo, mas se não tiverem a preocupação em se fazer entender e saber ouvir, de nada adiantará.

RHCentral - Diante disso, o que diria aos gestores?
Campos - Em primeiro lugar, que eles busquem entender o quanto a comunicação pode contribuir para o seu dia-a-dia. Seja um gestor de pessoas ou mesmo de projetos, deve ter sempre a consciência de que as suas ideias não precisam ser impostas e sim defendidas. Os gestores devem esgotar todas as
possibilidades para conseguir acessar as pessoas que estão ao seu redor e ter a humildade em admitir seus erros e receber sugestões. E que, principalmente, não troquem o relacionamento interpessoal por outra ferramenta de comunicação, pois nada substitui o face a face. Também é importante entenderem que profissionalismo e responsabilidade não são sinônimos de sisudez e frieza. Eles podem ser profissionais extremamente eficientes sem desvalorizar as relações humanas, e isso é importante para impor o respeito ao invés do medo.

Confiram a matéria no aqui.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Periferia carioca no palco paulista

Com mais de 500 mil espectadores na cidade maravilhosa e mais de cinco anos em cartaz, a comédia Os Suburbanos faz temporada em São Paulo, no Teatro das Artes, no Shopping Eldorado, em São Paulo. Em cartaz até o dia 7 de fevereiro, o espetáculo tem direção e texto de Rodrigo Sant'Anna (o Dodô da Turma do Didi) e, no enredo, retrata o comportamento, as peculiaridades e o jeito dos moradores dos subúrbios brasileiros.

Confira as fotos abaixo, anime-se e aproveite o mês de férias:




 


Serviço:
Local: Teatro das Artes - Shopping Eldorado
Datas: De 08/01/10 (sexta-feira) a 07/02/10 (domingo)
Horários: Sextas-feiras e sábados às 21h30 e domingos às 19h30
Ingresso: R$ 50,00 (sextas-feiras) e R$ 60,00 (sábados e domingos)
Duração: 80 minutos

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Como ser um jovem visionário?

Já se foi o tempo em que o diploma, juntamente com os conhecimentos técnicos, garantiam uma boa posição no mercado de trabalho. Hoje as empresas analisam a capacidade técnica de um profissional e demonstram interesse pelas competências emocionais, comportamentais e, especialmente, pelas atitudes estratégicas e visionárias do jovem.

Ter visão de futuro é algo possível de ser desenvolvido. Muitos empreendedores, por exemplo, não nasceram, necessariamente, com essa vocação. A vontade de ter o próprio negócio e expandir o empreendimento é algo criado no ser humano por meio do desejo adquirido, além das motivações educacionais e profissionais que eles têm ao longo da vida.

É nesse contexto que se dá a importância de desenvolver o lado empreendedor do jovem como alternativa de negócio para o futuro ou mesmo para desenvolver características relacionadas à inovação e gerenciamento de situações adversas. No entanto, ainda há poucas instituições de ensino realmente empenhadas em desenvolver este conceito em seus alunos.


A boa notícia é que os jovens brasileiros estão cada vez mais interessados pelo assunto e tentam colocar em prática o desejo de ser o seu próprio chefe, como mostra a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2008. Nos últimos oito anos, o número de empreendedores até os 24 anos aumentou em quase 12% no Brasil, país que está na lista dos que mais possuem índices de empreendedorismo jovial. Segundo o levantamento feito pela GEM, 25% de empresários no país possuem idade entre 18 e 24 anos. E a grande novidade é que apenas 32% deles abriram o próprio negócio por necessidade financeira, os outros 68% o fizeram por oportunidade.

Esses dados comprovam que não existe idade para o empreendedorismo, porém há algumas características importantes a se desenvolver antes de abrir o próprio negócio. Empreender significa ter paciência, responsabilidade, pensamento estratégico e força de vontade para enfrentar desafios; habilidades que talvez os jovens com menos de 24 anos ainda não possuam por pouca experiência de vida e ensino direcionado.
 

Fonte: www.administradores.com.br

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Paranapiacaba: uma viagem de trem com muitas histórias

Por Adrielly Reis





Já pensou em viajar para uma cidadezinha a exatamente 50 km da Capital e ainda gastar somente, mas somente R$10,10?

Isso mesmo! Esse é o valor gasto para se fazer uma viagem de trem e mais um ônibus (15 minutos de trajeto) para chegar até a histórica cidade de Paranapiacaba, município de Santo André.

Construída em 1867 em torno da antiga estrada de ferro Santos-Jundiaí, a cidadezinha de 1.200 habitantes se tornou a única vila ferroviária conservada no Brasil!

As dicas de passeios em Paranapiacaba são muitas. Para os aventureiros de plantão, fica a dica de encarar uma hora e meia ou mais de caminhada na trilha do circuito de cachoeiras do Parque Nacional das Nascentes.

Os meus amigos e eu fizemos essa caminhada e acreditem, é bem cansativa, mas quando chega a um “regatinho” de água, compensa o esforço além de ajudar a refrescar e retomar o ânimo para refazer o caminho da volta!

A cidade toda é um convite a um passeio por um pedacinho da História. Com ares serranos, a vila conserva os traços de uma arquitetura de influência inglesa, com casas antigas de madeira.

Conhecida como a “terra dos ingleses”, Paranapiacaba carrega muitas lendas dessa época. Uma delas, talvez a mais famosa, é a do Castelinho. Hoje museu da cidade, foi antiga moradia do engenheiro chefe, Davi Fox.

Construída de forma estratégica, a linda casa está no alto de uma colina e tem vista privilegiada para todos os cantos da cidade. Dizem que de lá do alto, Fox acompanhava todos os movimentos da Railway Vilage. A residência leva fama de ser assombrada pelo espírito do seu antigo morador, que todas às sextas-feiras aparece para visitar!

Essa e outras lendas sobre a cidade podem ser ouvidas pelos turistas que procuram uma das moradoras mais antigas, a Dona Francisca. Típica contadora de histórias e que se diz ser a única a ter contato com o fantasma. Fica aí a dica para os mais destemidos!

Outra opção de passeio é o trenzinho do Senhor Gersino, que circula toda a cidade visitando os pontos turísticos da pequena Paranapiacaba.

A viagem é agradável por muitos motivos. Por ficar perto da Capital e não há muitos gastos, além de ser um excelente revigorante para a alma!

Se for para lá, a minha dica é uma roupa bem confortável, tênis e muita água. Ah! E uma roupa de banho por baixo. Afinal, a gente nunca sabe se vai encontrar uma cachoeira!

Adrielly Reis é jornalista da Simbiose Brasil

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

10 tendências ‘verdes’ para 2010

A Diana Verde Nieto, CEO da Clownfish , uma consultoria britânica de comunicação e sustentabilidade, apontou em um texto na Advertising Age que não acredita que a sustentabilidade seja mais um modismo, mas sim algo que veio para ficar. O problema, segundo ela, é que aqueles que não são especialistas no assunto têm dificuldade em saber se os produtos e as marcas estão fazendo a coisa certa ou se é apenas uma jogada para se promover.

Para ajudar esses consumidores e também marcas que desejam abraçar a causa, mas não sabem como, apontou as 10 tendências ‘verdes’ para o ano que acaba de começar. Acredito que também sejam válidas para o mercado brasileiro, só que em uma proporção menor. Vamos lá:

1. Do verde premium para o verde acessível

Muitos consumidores não compram produtos ‘verdes’ em função do preço premium. Uma campanha da Mintel na Europa detectou que 54% dos consumidores comprariam mais produtos do tipo se o preço não fosse tão alto em comparação aos produtos convencionais. A tendência, segundo ela, é que, em 2010, esses produtos poderão se tornar até mais baratos do que as alternativas.

2. Mensuração dos gastos de energia em tempo real

Segundo a Diana Verde Nieto, será a vez dos consumidores exercerem um controle maior sobre os gastos com eletricidade, gás, e outros tipos de energia, segundo a segundo. Os medidores inteligentes, diz, serão indispensáveis em qualquer domicílio. No Brasil, já há previsão para a chegada de medidores e controladores do uso de energia elétrica, além de um aparelho que vai por fim ao consumo indesejado dos aparelhos eletrônicos que ficam em stand by (há mais informações aqui).

3. De compras rápidas a compradores bem informados

Segundo a The Drum, 81% dos consumidores britânicos dão mais valor ao que as empresas fazem do que ao que dizem. A tendência, segundo a autora, é que, este ano, os consumidores passem a investigar mais sobre o que empresas e marcas estão realmente fazendo. Graças à internet e ao poder dos mecanismos de busca, nunca foi tão fácil ver o que as marcas estão fazendo em relação ao meio ambiente e responsabilidade social, além do acesso direto ao que os outros consumidores estão dizendo.

4. O surgimento das celebridades ‘verdes’

O ‘verde’ é, segundo a CEO da Clownfish, um novo símbolo de status. Produtos, e até estilos de vida, sustentáveis, não são mais coisa de ativistas. Os produtos eco-fashion, por exemplo, nunca estiveram tão em voga entre os mais abastados e isso está chegando ao mundo das celebridades. Ela cita como exemplo a atriz Lindsay Lohan, que veste roupas de segunda mão por motivos ambientais e o ator Leonardo DiCaprio, que escreveu, co-produziu e narrou um eco-documentário chamado 11th Hour.

5. Do greenwash para a verificação do ‘verde’

Muitas empresas vêm tentando capitalizar essa tendência verde, mas a maioria acaba no chamado ‘greenwash’ – uso enganoso do marketing verde. Como resultado, 50% dos consumidores britânicos não confiam nas iniciativas sustentáveis das empresas, de acordo com um estudo do LOHAS (Lifestyles of Health and Sustainability). Começam, então, a surgir iniciativas para verificar tais esforços, como a parceria entre a Coca Cola e a World Wildlife Federation. A tendência, segundo a autora, é que 2010 será o ano em que muitas empresas fecharão parcerias com organizações de alta credibilidade para realizar tais verificações e ajudar os consumidores a acreditar nas suas iniciativas.

6. Do modismo verde a uma mentalidade global

No século passado, conta a autora, os assuntos ambientais eram bem específicos, como a preservação de animais como o urso polar. Agora, o tema passou a ser uma causa encabeçada por ONGs globais como a WWF e o Greenpeace. Com isso, as campanhas e assuntos ambientais são menos específicos e mais ligados à realidade global, e a consciência ambiental está cada vez mais se tornando uma mentalidade de todos.

7. De gadgets alternativos a tecnologias inteligentes
Em 2009, diz a autora, os gadgets ‘verdes’ desenvolveram um mercado próprio. A tendência, segundo ela, é que aparelhos até agora considerados alternativos, como secadores de cabelo ecológicos que produzem uma quantidade mínima de ar quente ou decompositores para restos de comida começarão a chegar ás massas. Ela conta que até as grandes empresas já estão entrando nessa, com iniciativas como o MacBook feito de alumínio reciclado e 34% a menos de embalagem do que os anteriores e o celular da Motorola feito de garrafas plásticas recicladas.

8. Rótulos confiáveis
Ainda faltam critérios bem definidos e transparência para rotular produtos orgânicos e ‘verdes’, segundo a Diana Verde Nieto. A tendência é que, em 2010, surjam selos e credenciais para fazer a certificação.

9. Embalagens reduzidas
Pacotes menores ganharão espaço ao longo do ano, para evitar desperdícios, conta. Terão destaque as marcas que ajudarem os consumidores a pensar menor, consumir conscientemente e reciclar.

10. De sacolas plásticas às sacolas alternativas

A autora destaca que já estamos cansados de ouvir sobre os males que as sacolas plásticas trazem ao meio ambiente, como os mil anos que elas levam para se decompor. 2010, segundo ela, será o ano das sacolas alternativas, como as de algodão e as recicláveis. Elas crescerão muito em popularidade, diz. Aqui no Brasil, é algo ainda incipiente, com há iniciativas isoladas, como a do supermercado Verdemar, aqui de BH. Mas continuo acreditando que tudo isso se ampliará bastante em 2010.
 
Fonte: CHMKT

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

ExpoFlow: uma maneira lúdica de entender os processos corporativos

Já imaginou conhecer e entender os processos de sua empresa numa simples visita a uma exposição? Leia o texto a seguir e saiba como. Boa leitura!








Um passeio pelo museu é capaz de levar as pessoas a uma viagem no tempo, fazê-las compreender ainda melhor a totalidade de determinados movimentos e a essência do artista. Partindo dessa experiência, a empresa de comunicação Simbiose Brasil desenvolveu o ExpoFlow, uma ferramenta que traz esse diferencial das exposições artísticas para comunicar processos, procedimentos e assuntos por vezes complexos que compõem o universo corporativo.

De uma forma lúdica, o ExpoFlow possibilita ao colaborador entender sobre o funcionamento da organização em que trabalha por meio de uma exposição com formato leve e interativo. “Conhecer o processo no qual está inserido e saber qual a sua importância na empresa, torna o funcionário muito mais eficiente e reduz consideravelmente o número de erros e atritos” destaca o diretor da Simbiose Brasil, Leandro de Campos.

A proposta é uma imersão no universo corporativo. Para permitir ao funcionário conhecer a empresa, a exposição dispõe de uma metodologia simples e vivencial, englobando estímulos visuais, auditivos e sinestésicos. São utilizados, por exemplo, locução-guia por meio de MP3 player para conduzir os colaboradores; painéis interativos subdivididos por temas e cores; objetos, imagens, textos, vídeos; e mensuração imediata da compreensão dos participantes.

O ExpoFlow tem por objetivo treinar e capacitar funcionários, nivelar conhecimento, desenvolver o senso de pertencer, materializar fluxos e torná-los comuns a todos, minimizar erros e distorções sobre processos ou demais assuntos, situar o colaborador dentro da estrutura em que está inserido, replicar a responsabilidade e a importância de cada funcionário, reduzir atritos pessoais e departamentais.

Moldado de acordo com a necessidade do cliente, essa ferramenta é totalmente personalizada, desde os modelos dos painéis à roteirização e interatividade. Com uma linguagem universal, que atinge todos os tipos de públicos, pode ser utilizada em projetos corporativos globais ou específicos de áreas e/ou departamentos.

Algumas empresas que já tiveram a oportunidade de realizar o ExpoFlow confirmaram por meio de pesquisas que o nível de satisfação e de compreensão dos funcionários alcançaram 100%.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Os dois doentes no hospital


Abraham Shapiro* compartilha com o blog da Simbiose uma surpreendente história sobre o modo como interpretamos os fatos em nossas vidas. Boa leitura!

Era uma vez, dois homens que estavam doentes no mesmo quarto de um hospital. O cômodo era pequeno e nele havia uma janela que dava para o mundo.

Um dos homens tinha permissão para sentar-se por uma hora durante as tardes. Sua cama ficava ao lado da janela. O outro, contudo, tinha que passar o seu tempo deitado, quase imobilizado.

Todas as tardes, quando o primeiro se sentava à cama, passava o tempo descrevendo em voz alta o que via lá fora. O outro adorava este momento e o esperava com ansiedade.

Ele falava de um parque onde havia um lago com cisnes brancos, crianças brincando e atirando pipocas para as aves. Jovens namorados caminhavam pela relva verde de mãos dadas entre árvores e flores. Por trás das árvores, ao fundo, avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade à frente de um céu azul maravilhoso com brancas nuvens.

O paciente que ficava deitado ouvia seu companheiro descrever tudo aquilo e se deliciava dia após dia. Isto lhe servia como fonte de ânimo e esperança. As cenas descritas eram perfeitas, coloridas e vivas.

Os dias se passaram e a saúde daquele homem que se sentava à cama se agravou. Ele veio a falecer.

Logo que pareceu apropriado, o outro pediu aos médicos para ser colocado na cama junto à janela. Seria de grande conforto poder ver com os próprios olhos o que até então só imaginava.

Apoiando-se com dificuldade sobre o cotovelo e sentindo muita dor, conseguiu enfim olhar através da janela. Sua surpresa foi estonteante. Ele constatou que o que se via através dali era apenas uma parede de tijolos. Nada mais havia - nem lago, nem crianças, nem cisnes.

Foi então que ele aprendeu a maravilhosa lição que o colega de quarto lhe deixara. A vida é aquilo em que nós a tornamos. Os fatos são sempre objetivos. Mas o seu significado depende de como os interpretamos. E isto é subjetivo - vai da visão de cada um. Havia lá uma parede, sim. Mas aquele homem criava as descrições a partir do que era capaz de ver além dela e, assim, gerava para si e para o seu colega pensamentos fortes e positivos.

Você tem o direito à visão que se esconde por detrás dos muros da vida. Resta apenas o esforço e o desejo de ser feliz a tal ponto.


* Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade.