Por Adrielly Reis
Pensando no que eu poderia escrever para o blog e aproveitando o gancho da matéria escrita pela jornalista Mariana Pereira – A motivação tem que partir de você - comecei a refletir sobre a minha trajetória aqui na Simbiose Brasil. Diante disto, resolvi compartilhar com você um pouco das experiências que pude vivenciar neste início de carreira.
Há exatamente um ano, quando comecei como estagiária, descobri uma maneira diferente de atuar como jornalista. Trabalhar na conceitualização de campanhas - um universo que requer muita criatividade - pode parecer, num primeiro momento, um grande desafio para um profissional movido a caracteres e treinado a desenvolver, quase sempre, textos meramente informativos. Mas, frente a este novo momento da minha carreira, percebi que sim, eu poderia e deveria ser criativa ao trabalhar a informação.
E à medida que o tempo passava, essa nova forma de comunicar ia me agradando cada vez mais. Ao longo desse ano, tive a oportunidade de vivenciar algumas experiências em áreas diferentes da minha formação. Atuei em C.R.M - entrando em contato com o cliente - cuidei de uma das nossas redes sociais e da assessoria de imprensa. Acredito que você também já deve ter vivido uma situação parecida como a minha, não é mesmo? Afinal, a flexibilidade profissional é algo recorrente no universo corporativo.
E assim como eu, alguns colegas também tiveram a oportunidade de se descobrirem atuando em outras áreas aqui na Simbiose. Como é o caso da Luana Bessa, que era de Marketing e Novos Negócios e agora está em Atendimento e Planejamento. A experiência fez com que ela se aproximasse mais das pessoas. Mesma coisa aconteceu com o planejador João Paulo, que agora participa mais ativamente de todas as campanhas atuando como produtor gráfico.
Hoje, o meu maior desafio está sendo participar ativamente do atendimento e planejamento de uma conta. Desenvolver planos de comunicação, pensar estrategicamente em cada ação, que atenda de forma satisfatória a necessidade do cliente, não parece ser uma tarefa fácil. Eu poderia simplesmente escrever os textos, contribuir com o meu conhecimento jornalístico – ter uma singela participação no processo - mas será que eu sentiria que esta campanha é “minha”, que carrega o meu nome em todas as etapas? Acho difícil.
Acredito que para ser um profissional flexível, seja necessário, antes de tudo, permitir-se experimentar novas oportunidades dentro da empresa e se desvencilhar da velha desculpa: “ah! Mas eu não estudei para isso!”. Será que viver tantos desafios fora da sua área de atuação é tão válido assim? Ainda não sei te dizer a resposta, mas posso garantir que a minha bagagem de conhecimento só está aumentando.
Há exatamente um ano, quando comecei como estagiária, descobri uma maneira diferente de atuar como jornalista. Trabalhar na conceitualização de campanhas - um universo que requer muita criatividade - pode parecer, num primeiro momento, um grande desafio para um profissional movido a caracteres e treinado a desenvolver, quase sempre, textos meramente informativos. Mas, frente a este novo momento da minha carreira, percebi que sim, eu poderia e deveria ser criativa ao trabalhar a informação.
E à medida que o tempo passava, essa nova forma de comunicar ia me agradando cada vez mais. Ao longo desse ano, tive a oportunidade de vivenciar algumas experiências em áreas diferentes da minha formação. Atuei em C.R.M - entrando em contato com o cliente - cuidei de uma das nossas redes sociais e da assessoria de imprensa. Acredito que você também já deve ter vivido uma situação parecida como a minha, não é mesmo? Afinal, a flexibilidade profissional é algo recorrente no universo corporativo.
E assim como eu, alguns colegas também tiveram a oportunidade de se descobrirem atuando em outras áreas aqui na Simbiose. Como é o caso da Luana Bessa, que era de Marketing e Novos Negócios e agora está em Atendimento e Planejamento. A experiência fez com que ela se aproximasse mais das pessoas. Mesma coisa aconteceu com o planejador João Paulo, que agora participa mais ativamente de todas as campanhas atuando como produtor gráfico.
Hoje, o meu maior desafio está sendo participar ativamente do atendimento e planejamento de uma conta. Desenvolver planos de comunicação, pensar estrategicamente em cada ação, que atenda de forma satisfatória a necessidade do cliente, não parece ser uma tarefa fácil. Eu poderia simplesmente escrever os textos, contribuir com o meu conhecimento jornalístico – ter uma singela participação no processo - mas será que eu sentiria que esta campanha é “minha”, que carrega o meu nome em todas as etapas? Acho difícil.
Acredito que para ser um profissional flexível, seja necessário, antes de tudo, permitir-se experimentar novas oportunidades dentro da empresa e se desvencilhar da velha desculpa: “ah! Mas eu não estudei para isso!”. Será que viver tantos desafios fora da sua área de atuação é tão válido assim? Ainda não sei te dizer a resposta, mas posso garantir que a minha bagagem de conhecimento só está aumentando.
* Adrielly Reis é consultora de Redação e Jornalismo da Simbiose Brasil.
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